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A CARA DO RIO

 

FUNDAÇÃO PLANETÁRIO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

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Inaugurada em 19 de novembro de 1970, a Fundação Planetário se dedica a difundir Astronomia e ciências afins e oferecer cultura e lazer de qualidade à população carioca e aos demais visitantes, se tornando sinônimo de diversão, não só pelas Sessões de Cúpula, mas por promover a todos os tipos de público uma série de atividades e projetos culturais que permitem a integração entre as mais diversas áreas da ciência.

A Fundação Planetário conta com duas unidades em funcionamento: Gávea e Santa Cruz. Na Gávea, atualmente, o visitante pode conhecer o Museu do Universo, que abriga diversos experimentos interativos e exposições; a Biblioteca Giordano Bruno, com um acervo de, aproximadamente, 2,5 mil livros; o anfiteatro; o auditório Sergio Menge; o Espaço Galileu, direcionado para recreação infantil; a Praça dos Telescópios, onde ocorrem as observações por telescópio; e as Cúpulas Carl Sagan e Galileu Galilei, reformada em 2011.

Situado na Cidade das Crianças, o Planetário de Santa Cruz, inaugurado em 2008, teve o primeiro planetário digital público instalado no Brasil, promovendo Sessões de Cúpula para os moradores da região. A unidade foi construída com o objetivo de oferecer à população da zona oeste ciência e opção de lazer. 


A Instituição preza também pela sustentabilidade ambiental, econômica e social e desenvolve projetos que visam eficiência energética, preservação dos recursos, redução de emissões de gases de efeito estufa e muito mais.

MUSEU DO AMANHÃ

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O Museu do Amanhã é um museu de ciências diferente. Um ambiente de ideias, explorações e perguntas sobre a época de grandes mudanças em que vivemos e os diferentes caminhos que se abrem para o futuro. O Amanhã não é uma data no calendário, não é um lugar aonde vamos chegar. É uma construção da qual participamos todos, como pessoas, cidadãos, membros da espécie humana. 

E por que um Museu do Amanhã? Porque vivemos em uma nova era, em que o conjunto da atividade humana tornou-se uma força de alcance planetário. Somos capazes de intervir na escala de moléculas e de continentes. Manejamos átomos e criamos microrganismos artificiais. Desviamos o curso de grandes rios, alteramos florestas, influenciamos a atmosfera, transformamos o clima. Habitamos um planeta que vem sendo profundamente modificado por nossas ações. Que amanhãs serão gerados a partir de nossas próprias escolhas?

 

O Museu do Amanhã oferece uma narrativa sobre como poderemos viver e moldar os próximos 50 anos. Uma jornada rumo a futuros possíveis, a partir de grandes perguntas que a Humanidade sempre se fez. De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?

Orientado pelos valores éticos da Sustentabilidade e da Convivência, essenciais para a nossa civilização, o Museu busca também promover a inovação, divulgar os avanços da ciência e publicar os sinais vitais do planeta. Um museu para ampliar nosso conhecimento e transformar nosso modo de pensar e agir.

 

O Museu do Amanhã é um museu de ciências aplicadas que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência. Inaugurado em dezembro de 2015 pela Prefeitura do Rio, é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura, que opera sob gestão do Instituto de

 

Desenvolvimento e Gestão (IDG). Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu conta com o Banco Santander como patrocinador máster, a Shell Brasil como mantenedora e uma ampla rede de patrocinadores que inclui IBMEngieGlobo e Lojas Americanas, além do apoio de B3, EMS, EY, Booking.com, CarrefourCSN. O Museu foi originalmente concebido pela Fundação Roberto Marinho. Desde a inauguração, vem recebendo uma média de um milhão de visitantes por ano.

 

O Museu do Amanhã é beneficiado por estar localizado às margens da Baía de Guanabara e em uma região de relevância histórica, tanto do ponto vista urbanístico quanto social.

Por reconhecer a região e seus moradores como propulsores de transformações profundas, o Museu conta com um setor de Relações Comunitárias, que se dedica a engajar os públicos vizinhos no processo de construção coletiva do Amanhã, por meio de programação cultural e de mobilização.

Os cerca de 30 mil moradores da Região Portuária - distribuídos pelos bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo e os morros da Conceição, Pinto, Providência e Livramento - têm entrada gratuita no Museu a partir do Programa Vizinhos do Amanhã.

CONFEITARIA COLOMBO

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A confeitaria foi fundada em 1894 pelos imigrantes portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão, tendo um extenso rol de clientes célebres na sociedade brasileira.

 

Sua arquitetura e ambiente permitem ter uma ideia de como teria sido a Belle Époque na então capital da República. Entre 1912 e 1918, os salões do interior da confeitaria foram reformados, com um toque Art Nouveau, com enormes espelhos de cristal trazidos de Antuérpia, emoldurados por elegantes frisos talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi.

 

Em 1922, as suas instalações foram ampliadas com a construção de um segundo andar, com um salão de chá. Uma abertura no teto do pavimento térreo permite ver a claraboia do salão de chá, decorada com belos vitrais.

 

Entre os clientes famosos da confeitaria, estão Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Emílio de Meneses, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Alberto I da Bélgica e Isabel II do Reino Unido entre muitos outros

Em 2002, a confeitaria criou o Espaço Memória, onde mantém, em exposição, louças, baixelas, fotos, cardápios e embalagens de produtos que foram utilizados ao longo da história da confeitaria.

 

Atualmente, o segundo andar é ocupado pelo restaurante Cristóvão, nome que, assim como o da confeitaria, homenageia o navegador Cristóvão Colombo.

Filiais

 

Em 1944, a tradicional casa abriu uma filial em Copacabana, na esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Barão de Ipanema, que funcionou até 2003, quando se mudou para o Forte de Copacabana. O antigo endereço da filial de Copacabana é, atualmente, ocupado por uma agência do Banco do Brasil, nomeada Colombo em homenagem à confeitaria.

 

A Confeitaria Colombo também possuiu uma segunda filial no Barra Shopping, localizada na praça de alimentação Rio Antigo. Inaugurada em 1992, a loja possuía vitrais projetados por Burle Marx.[7] A filial foi fechada ainda na década de 1990. Antes de viajar, os passageiros do RIO galeão também podem aproveitar o belíssimo ambiente da Confeitaria Colombo no Embarque Internacional do Aeroporto.