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QUEM FAZ DIFERENTE

 

RIO DE PAZ

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A Rio de Paz é uma organização cívica e social que visa criar uma cultura de valorização da vida através da defesa dos direitos humanos.

 

Desenvolvem ações criativas, pacíficas e inclusivas, para chamar a atenção das pessoas e das autoridades públicas para a gravidade da situação a que chegamos, e para a necessidade de que a violência seja combatida através da defesa dos direitos humanos em nosso país.

Entre uma manifestação e outra, a ONG esteve dentro das comunidades conflagradas tentando minimizar o sofrimento de milhares de pessoas. Um dos projetos foi a 'Fila da Fome', distribuição diária de quentinhas com comidas feitas todos os dias na cozinha da sede da ONG dentro do Jacarezinho, uma das favelas mais pobres do estado.

De março até setembro 2020, distribuímos 30 mil quentinhas, 3.400 cestas básicas, 150 mil hambúrgueres e 200 cartões alimentação a moradores das favelas do Jacarezinho e Mandela e de outras comunidades, além de  2.500 kits de higiene, 6.500 máscaras, dois mil folhetos com informações sobre o coronavírus, duas manifestações de repercussão mundial alertando a população sobre como os governantes estão conduzindo nossa maior crise sanitária e produzimos um vídeo sobre a covid-19 para circular no WhatsApp moradores das favelas.

O Rio de Paz tem 13 anos e é uma organização composta por membros da sociedade civil que tem como objetivo principal amplificar a voz e dar visibilidade a todos aos quais o Estado brasileiro ignora seus direitos civis, políticos e sociais.

Para Mais informações: https://www.facebook.com/ONGRiodePaz/

REDE NAMI

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A Rede Nami é uma ONG formada por mulheres, de direito privado, sem fins lucrativos, e tem como principal finalidade o uso da arte como veículo de transformação cultural positiva através da promoção dos direitos das mulheres em específico pelo fim da violência doméstica. Surgiu em 2010, registrando-se formalmente em 2012, pelo desejo de sua fundadora, Panmela Castro, em contribuir para o fim da violência contra a mulher e fomentar o protagonismo de mulheres nas artes.  
Nossa missão é multiplicar o empoderamento de mulheres sobre os seus direitos através das artes urbanas.


NOSSOS VALORES:
Respeito à Diversidade - Respeito à diversidade cultural, étnica, racial, de classe, orientação sexual, identidade de gênero e regional.

Laicidade e Independência Paritária - Independência de princípios religiosos e partidos políticos.

Justiça Social - Reconhecimento da necessidade da redistribuição dos recursos e riquezas produzidas pela sociedade na busca da superação da desigualdade social.

Participação e Controle - Garantia de participação das mulheres integrantes da Rede na formulação, implementação, avaliação e controle das políticas e ações da organização.

Equidade - Exigência do acesso de todas as pessoas aos direitos humanos, que devem ser garantidos também por ações específicas e afirmativas voltadas a grupos historicamente discriminados.

Transparência - Cumprimento aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, com transparência nas ações da Rede.

PROJETOS:
AfroGrafiteiras - O AfroGrafiteiras é um projeto de formação em arte urbana focado na expressão e promoção do protagonismo de mulheres afro-brasileiras, em atividade desde 2015. Neste projeto oferecemos ferramentas para que mulheres negras possam expressar através da arte assuntos cruciais em suas vidas e seus pensamentos para a sociedade, em contraponto à maneira como vêm sendo representadas pelos meios tradicionais.

Realizado pela Rede NAMI, com o patrocínio da Ford Foundation, o programa oferece aulas teóricas, práticas e rodas de conversa. Na formação, cada módulo acontece em um mês, onde no primeiro encontro é realizada uma roda de conversa com uma especialista, no segundo é desenvolvido um croqui em uma técnica de pintura ou desenho, seguido por dois encontros consecutivos, onde as participantes trabalham em um mural de graffiti. Em 5 anos de projetos já participaram mais de 600 mulheres.

Graffiti Pelo Fim Da Violência Contra A Mulher - O projeto GRAFFITI PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER consiste em uma campanha educativa e de comunicação, realizada tanto em ambiente real quanto virtual, com o intuito de aprimorar a busca e o acesso das mulheres aos serviços de apoio às mulheres vítimas de violência, promovendo e divulgando a Lei Maria da Penha, seus instrumentos e outros recursos disponíveis para o enfrentamento à violência baseada em gênero, além de mobilizar mulheres e jovens para que sejam atrizes e atores diretos do enfrentamento à violência em suas comunidades. O projeto iniciou em 2008 com o nome de GRAFITEIRAS PELA LEI MARIA DA PENHA e se estende até hoje.

Museu Vivo Nami - O Museu Vivo Nami propõe a ideia decolonial da arte urbana brasileira, subvertendo, reconstruindo e dando origem a outras formas de poder e conhecimento, fomentando a produção artística de grupos à margem da cena do grafite, principalmente carioca, e tendo como fim o desenvolvimento, a promoção e catalogação desta produção, a partir das criações realizadas em um circuito à céu aberto na comunidade da Tavares Bastos.
É oferecida às mulheres e aos artistas periféricos a infraestrutura necessária para criar suas obras nas paredes da comunidade, a fim de subverter a lógica centro x periferia, emancipando artistas de gueto, proporcionando sua interação com os moradores, visitantes entre si, além de catalogar e documentar o processo e a toda sua produção.
As pinturas no Museu vêm acontecendo desde 2013, quando a organização instalou seu escritório na comunidade e até o presente momento já recebemos murais de mais de cem artistas do Rio de Janeiro, Brasil e exterior.
Além do Museu à céu aberto, a NAMI mantém uma coleção com mais de 200 obras de artistas. O foco da coleção são artistas que nasceram do street art, principalmente mulheres.

InterNAMI - Criado em 2011, o #InterNAMI é um projeto que proporciona encontros pensados para estimular mulheres artistas, oferecendo visitas guiadas a galerias, museus, ateliês e; palestras sobre temas transversais ao mundo da arte.

TV DEGASE

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Projeto de audiovisual que atua com jovens das unidades do sistema socioeducativo do Rio de Janeiro.

 

A TV Degase atua com jovens entre 12 e 18 anos que cumprem medidas socioeducativas no Rio de Janeiro. O projeto visa apontar para uma nova oportunidade de voltar a sociedade como cidadãos, além de estimular a quebra de preconceitos gerados pela falta de informação sobre esta juventude. A TV Degase é a primeira do mundo a dar voz e imagem aos ditos "menores infratores".

Além de trabalhar com os conteúdos técnicos de entrevista, iluminação, fotografia, produção, câmera etc, as aulas seguem as características atraentes e criativas de um estúdio de TV, um ambiente propício para o desenvolvimento da autoestima e autoconfiança dos jovens participantes do projeto.