LOGOMARCA PRÊMIOS ATITUDE CARIOCA COR 02

EDUCAÇÃO

 

CONTRA ALMIRANTE PAULO CÉSAR BITTENCOURT FERREIRA 

Educação, Profissionalização e Emprego no Estado.

Diretor da Escola de Guerra Naval – EGN, a Escola de Altos Estudos da Marinha do Brasil, por onde passam todos os Oficiais da Marinha em alguma período de suas carreira, para realizarem cursos nos níveis de pós-graduação, mestrado e doutorado. Além dos cursos citados, a EGN possui um relevante Programa de Pesquisa e Pós-Graduação, direcionado majoritariamente para civis, contribuindo, quase que exclusivamente no Brasil, para formar uma massa crítica de conhecimentos nas áreas voltadas para os Estudos Marítimos, englobando as Linhas de Pesquisa Política e Estratégia Marítimas, Regulação do Uso do Mar e Política, Gestão e Logística em Ciência, Tecnologia e Inovação no Ambiente Marítimo, temas estes de profundo interesse e importância para o Estado do Rio de Janeiro.


Ademais, ressalta-se a importância de reconhecer o papel da Marinha do Brasil para o Estado do Rio de Janeiro, não somente por ser a sede de grande parcela de suas organizações militares, mas especialmente por ser a Marinha a responsável por formar todos os Aquaviários da Marinha Mercante brasileira, sejam Marítimos ou Fluviários, desde Práticos até pescadores, contribuindo diretamente na educação desses profissionais, gerando emprego e renda para o Estado.


Desde seu ingresso na Marinha, na Escola Naval, sediada na Ilha de Villegagnon, na Báia da Guanabara e ao lado do Aeroporto Santos Dumont, o Contra Almirante Paulo Ferreira é forte conhecedor e apoiador dos diversos projetos desenvolvidos pela Marinha no Estado do Rio de Janeiro, no que se refere à educação, o que inclui, além da formação de militares, a formação de civis em áreas técnicas, de pesquisas e estudos marítimos, serviços e operações navais.


Além disso, a Marinha vem apoiando o desenvolvimento do "Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro", visando ao desenvolvimento tecnológico e preparação de pessoal e empresas, inclusive de pequeno porte, para apoio aos empreendimentos navais, como os submarinos que estão sendo construídos em Itaguaí - RJ, uma iniciativa de empresários e da Marinha do Brasil, reunindo a EMGEPRON (Empresa Gerencial de Projetos Navais), a NUCLEP (Nuclebras Equipamentos Pesados SA), a AMAZUL (Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A) e a CONDOR Tecnologias Não Letais. O Cluster, como é chamada a concentração de empresas com características semelhantes em busca de mais eficiência e colaboração com as outras, vai unir esforços para a retomada da indústria naval, militar e mercante, do Rio de Janeiro.

Institutos de Educação da Marinha no Rio de Janeiro:

ESCOLA DE GUERRA NAVAL - EGN – Escola de Altos Estudos da Marinha do Brasil - Av. Pasteur, 480 - Urca, Rio de Janeiro

ESCOLA NAVAL – Formação de Oficiais dos Corpos da Armada, de Fuzileiros Navais e de Intendentes da Marinha -  Av. Alm. Silvio de Noronha,  s/n – Centro

CENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE WANDENKOLK - CIAW - Formação de Oficiais dos demais Corpos - Ilha das Enxadas, S/n - Baía de Guanabara

COLÉGIO NAVAL - instituição militar de ensino com mais de meio século de existência localizada na enseada Batista das Neves, no município de Angra dos Reis, estado do Rio de Janeiro - Av. Marquês de Leão, 1234-1312 - Centro, Angra dos Reis - RJ

CIAGA - Centro de Instrução Almirante Graça Aranha - também conhecido como "Universidade do Mar", é o complexo de instalações que mantém a Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM) - Av. Brasil, 9020 - Olaria, Rio de Janeiro

CENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE ALEXANDRINO - CIAA - Capacitação de Praças dos diversos Corpos e Quadros para as funções previstas nas Organizações Militares da Marinha - Av. Brasil, 10946 - Penha

Fundação de Estudos do Mar – FEMAR - Desenvolver, apoiar e prestar serviços especializados nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica voltadas para a produção e difusão do conhecimento do mar - R. Marquês de Olinda, 18 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ

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PROFESSOR RODRIGO NAVARRO

COORDENADOR DO MBA EM RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS

Responsável pela criação e desenvolvimento, na área de pós graduação da Fundação Getúlio Vargas, do primeiro curso de MBA em Relações Governamentais, implementado na Unidade do Rio de Janeiro (RJ), visando a preparação de profissionais capazes de colaborar para a melhor qualidade da relação empresa e governo, pautada na ética, lisura e preparo técnico, possibilitando maior compreensão entre as partes e melhor desempenho da política e da gestão do Estado do Rio de Janeiro.

Rodrigo Navarro é carioca, formado em Engenharia de Produção pela UFRJ, e desde 2000 atua em diversos MBAs da FGV. É doutor em administração pela Rennes School of Business (França), com MBA pela COPPEAD/UFRJ e MBA pela Fundação Dom Cabral, com especializações na Harvard Law School, na London Business School e na George Washington University.

Aliando sua experiência de Professor, de Presidente Executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção ABRAMAT, entidade sem fins lucrativos que compreende 50 empresas e 400 fábricas, muitas delas no Rio de Janeiro e como membro da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais – ABRIG, defende o debate ético e, em 2015, idealizou, lançou e coordena, desde então, na FGV, o MBA em Relações Governamentais do Brasil.

A iniciativa visa instrumentalizar os profissionais de entidades públicas e privadas, das mais diversas áreas, para atuar junto ao Governo com foco em temas estratégicos para a formulação de políticas públicas e marcos regulatórios, auxiliando direta ou indiretamente em processos de decisão política, em prol do desenvolvimento do País.

Neste contexto e considerando ainda que em sua cidade natal, se encontram importantes órgãos de governo, como o INPI, BNDES, INMETRO, dentre outros, a FGV lançou presencialmente os cursos no Rio de Janeiro, além de Brasília e São Paulo. 

Frente à pandemia, a FGV lançou em 2020 uma turma do MBA em Relações Governamentais na modalidade LIVE, 100% online, e escolheu o Prof. Rodrigo Navarro para coordenar essa iniciativa. Assim, alunos provenientes do Rio e de outras 10 cidades estão realizando este MBA juntos pela primeira vez em uma mesma turma, trocando experiências e expondo democraticamente seus pontos de vista, onde o fato de reunir participantes de várias cidades, de todas as regiões do Brasil, enriquece os debates e expõe o Rio como partícipe ativo nessas tão necessárias discussões de representação de interesses e desenvolvimento de políticas públicas.

Além disso, O Prof. Rodrigo também idealizou e lançou em 2019 o Anuário ORIGEM, primeira publicação do gênero do Brasil na área, tendo sucesso continuado com a edição 2020 ocorrida em outubro, trazendo matérias e um diretório dos profissionais líderes na área.

Rodrigo foi eleito por seus pares no ORIGEM como um dos 20 profissionais mais admirados do Brasil na área em 2019 e 2020.

PROFESSOR SALDANHA MOTTA

DIRETOR ELEITO DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET-RJ)

Educação, Solidariedade e Desenvolvimento.

Em meio à pandemia e à crise internacional no sistema de saúde, aflorou a Central de Reparos de Ventiladores Mecânicos no CEFET, por iniciativa do Professor Saldanha Motta, Diretor eleito do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, em coordenação conjunta com o Engenheiro Alexandre Pinhel de Furnas Centrais Elétricas.  


A iniciativa permitiu reparos para recuperação de ventiladores mecânicos, também chamados de respirador pulmonar, cujo papel é inserir ar no pulmão do paciente, quando ele já não tem condições de respirar. Sem dúvida um dos equipamentos mais importantes, nos casos graves da Covid 19.


A insuficiência do equipamento frente à demanda, aliada à existência de muitos sem uso, por falta de manutenção ou obsolescência, levou o Prof. Maurício Motta a construir parcerias, o que permitiu que professores e alunos, aliados a engenheiros e outros profissionais, com apoio de entidades e empresas, recuperassem os ventiladores mecânicos do Estado do Rio de Janeiro, além de gerar a possibilidade de produção de peças, para o reparo dos equipamentos, com impressão 3D.


A primeira demanda de consertos surgiu da Secretaria de Estado de Saúde. O Estado do Rio apresentou, segundo o DATASUS, 607 respiradores sem uso, sendo 402 do Sistema Único de Saúde (SUS). Os equipamentos recuperados não geraram qualquer custo ao Estado do Rio de Janeiro.
Para que hospitais possam ser inscritos e atendidos pelo projeto com mais rapidez e para facilitar o contato entre unidades de saúde com respiradores parados e empresas interessadas em colaborar com o projeto, foi criado o aplicativo SOSTecSaúde. Neste aplicativo, podem ser cadastrados os equipamentos, já com especificações a respeito dos problemas, e a equipe de reparo atualiza a situação do conserto, gerando um relatório e comunicando a finalização.


O projeto que já está permitindo salvar vidas, deverá ter continuidade no pós pandemia, com perspectiva de avanços na formação profissional do CEFET, abrindo portas para investimentos em novas áreas de conhecimento, com especial importância para a formação de novos profissionais na área de Engenharia Clínica, desde o curso técnico à pós-graduação. O fato de o CEFET funcionar como centro das operações é visto como garantia de alta tecnologia, trabalho de qualidade e a perspectiva de importante legado tanto no campo da educação quanto no campo da engenharia. 


Enfim, o projeto apresenta-se ainda como uma resposta importante à atual crise com os equipamentos mais complexos no tratamento do Coronavírus, que escancarou o problema da produção internacional, que seleciona somente alguns países para produção, e os que ficam de fora muitas vezes aceitam a condição de importadores e não produtores. Como desdobramento, já existem discussões, junto ao SEBRAE-RJ, para formação do polo de saúde do Rio de Janeiro.


Para o professor Maurício, “o que se criou em torno do projeto foi uma rede de solidariedade: docentes da instituição foram os primeiros a se voluntariar, convidando também amigos engenheiros com expertise, e instituições e empresas também agregaram. São profissionais das engenharias mecânica, elétrica, eletrônica e clínica, além do curso técnico de Enfermagem do Centro Educacional, que prestará todo o apoio necessário.” Instituições envolvidas são Furnas, Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Instituto Nacional de Tecnologia, Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (IBEC) e Associação Brasileira de Engenharia Clínica. 

É o Rio de Janeiro unido pela educação, saúde, desenvolvimento social e industrial.